Pensar nela é ouvir uma boa gargalhada. Ela queria cores, alegre e vivas...
Cada fita aqui colocada tem um bocadinho dela. O marinho a elegância e a nobreza de sentimentos. O vermelho a pátria, a garra e a paixão com que escreve. O azul céu porque também a acho sonhadora. O amarelo, cor do sol para que ilumine todos os seus dias, o laranja a alegria que irradia... e o verde a atá-lo porque a esperança deve ser uma constante.
Para ti Joanissima, um arco íris, nas tuas mãos.

